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No  5º webminar do grupo Gold Community Pioneer da GRI (31/10) o tema foi Mudanças Climáticas no GRI Standards, com apresentação do case da UPS e o relatório da KPMG - The Road Ahead. A UPS reporta seus dados ESG, voluntariamente, com a GRI desde 2003 e vem usando como ferramenta na gestão estratégica, estabelecendo metas, medindo e reportando.A Rede Global da UPS atende 10,3 milhoões de clientes diariamente, sua frota de veículos é de 114 mil, além de 237 mil aviões. A empresa está em 220 países e territóreos.Dá para imaginar o passivo em emissões. Por isso, em 2011 a empresa começou uma jornada para mapear seu impatco em toda cadeia de fornecedores. Em seu relatório de sustentabilidade 2016, a UPS reconhece que como uma empresa global de transporte e logística as emissões de gases de efeito estufa (GEE) representam um sério desafio para o meio ambiente e, também, para o economia. Por isso assumiu a responsabilidade de estabelecer como um objetivo reduzir suas emissões de GEE em 12% até 2025 em todo suas operações terrestres globais. Este objetivo baseia-se nos seus esforços para alcançar uma redução de 20% na intensidade de GEE em 2020 e afirma que vai continuar medinado e divulgando de forma transparente.  US$ 2,4 bilhões foi o impacto econômico gerado à empresa pela iniciativa de criar alternativas de fornecedores. Por isso a recomendação de seu diretor global de Sustentabilidade, Patrick Browne, para os participantes do webminar para engajar colegas e lidernaças foi "não fale em custos, fale em economia". A GRI é uma organização global baseada na Holanda e realiza webminars direto de Amsterdã para sua rede de Gold Community membros. A ekmkt é uma stakeholder da GRI desde 2011 e realiza processos de mapeamento de impactos, mensuração e divulgação de relatórios, com o propósito de criar um mindset sustentável nas organizações.  No proximo post vamos falar do relatório da KPMG! Nos acompanhe no facebook Conheça o relatório 2016 da UPS  

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Na semana passada, o World Business Council for Sustainable Development (WBCSD) e o Radley Yeldar lançaram a quinta edição do Reporting Matters – uma revisão anual sobre os interesses das companhias que integram o WBCSD em relatórios de sustetnabilidade e integrado. A pesquisa confirmou que muitas organizações consideram difícil atender ao crescente número de requisitos de divulgação de forma robusta. Ao mesmo tempo,  confirmam que devem se envolver com uma maior variedade de partes interessadas de forma significativa. O tema desta edição do Reporting Matters analisa o equilíbrio certo entre a divulgação e engajamento, para ajudar os membros do WBCSD a aproveitar ao máximo seu processo de relatório e o investimento significativo que este requer. Foram exploradas questões de divulgação técnica, incluindo as novas recomendações da Força-Tarefa sobre Divulgação Financeira Relacionada ao Clima (TCFD), a próxima colaboração com o COSO sobre gerenciamento de riscos, o crescente universo de requisitos de divulgação e atualizações sobre o status dos direitos humanos e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (SDGs ) nos relatórios.  Além disso, foi avaliado como as empresas podem criar conteúdo atraentes para uma variedade de partes interessadas. Isto é particularmente relevante à medida que a tecnologia continua a avançar, abrindo novas oportunidades para comunicar informações relacionadas à sustentabilidade. Para conhecer o conteúdo acesse     

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A Coalizão Empresarial para Equidade Racial e de Gênero é formada por mais de 30 empresas, além de algumas instituições e ongs, como Bayer, Basf, MCDonald’s, Coca-Cola, Carrefour, Via Varejo, Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (Ceert), Instituto Ethos, Institute for Human Rights and Business (IHBR), blog Blogueiras Negras, SAP, entre outras.  A Coalizão foi criada pelo Instituto Ethos, o Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT) e o Institute for Human Rights and Business (IHRB), com o apoio do Movimento Mulher 360 e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), dEssa iniciativa é apoiada pelo programa Fundo Newton, oferecido pelo governo do Reino Unido e pelo Conselho Britânico. A Coalização estimula a diversidade, incentiva o equilíbrio de gênero e combate todos os tipos de discriminação. A iniciativa tem entre seus objetivos reverter o cenário atual de sub-representação de negros e mulheres, em especial em cargos de liderança. Desde 2003, o Instituto Ethos publica periodicamente o Perfil Social, Racial e de Gênero das 500 Maiores Empresas do Brasil e suas Ações Afirmativas, que proporciona o mapeamento de ações voltadas para a inclusão social nas companhias. Comparando os resultados de diferentes edições da pesquisa, identificamos que, caso o ritmo se mantenha, a igualdade racial no ambiente de trabalho só será alcançada em 150 anos e a de gênero em 80 anos. O Brasil melhorou seu desempenho em termos de inclusão social e econômica ao longo dos últimos dez anos. No entanto, mesmo com essas melhorias, continua sendo um dos países mais desiguais do mundo. Apesar de constituírem a maioria da população brasileira, conforme dados do PNAD 2015, negros/as (53,9%) e mulheres (51,4%),  têm baixa representatividade em empresas, sofrendo com a dificuldade de ascensão hierárquica e a disparidade salarial.   Conheça mais em http://www.equidade.org.br/ .    

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A Dana Brasil conquista mais uma vez o Premio Proteção, confirmando sua liderança em boas práticas de Saúde e Segurança no Trabalho. A iniciativa reconhecida com a Prata na Categoria de Ergonomia e como Melhor Case da Região Sul na 13a edição do Prêmio Proteção foi o Programa Dana de Ergonomia, conduzido na operação de Tecnologias de Força em Gravataí, no RS. Nesta edição foram 131 cases inscritos e 20 premiados. O Programa Dana de Ergonomia integrada à manufatura combina capacitação, engajamento e a participação direta das lideranças, um modelo devidamente alinhado com as premissas do DOS, o Sistema Operacional Dana, que orienta e auxilia a gestão da empresa. Um dos diferenciais se baseia em seu modelo de gestão, que contempla: • treinamento constante • envolvimento de lideranças, técnicos de segurança e dos operadores que participam de todas as etapas, do diagnóstico à validação. • ação preventiva com mapeamento e gerenciamento dos postos críticos; • um check list com parâmetros de avaliação traz agilidade na identificação dos postos críticos e        implementação de melhorias • a maioria das soluções são criativas e envolvem baixos custos O alto grau de participação dos colaboradores e o check list são elementos que revelam a inovação do Programa de Ergonomia Dana. Juntos trazem autonomia e agilidade, assegurando que os riscos ergonômicos nos postos de trabalho, máquinas e equipamentos sejam identificados preventivamente e as melhorias sejam implementadas com envolvimento direto dos operadores. Além de contribuir para o fortalecimento da cultura de saúde e segurança no ambiente de trabalho, disseminam o conhecimento e promovem o engajamento. Já foram implementadas 116 melhorias e o programa alcançou uma drástica redução global (número total de pessoas, multiplicado pelo valor da carga) de 68% do peso total em toneladas/dia beneficiando, diretamente, 100 operadores. A Dana conta com a consultoria da ek mkt na gestão de reconhecimento e reputação.Isso inclui avaliação de inicaitivas potenciais e estratégia no desenvolvimento de cases com o objetivo de divulgar as boas práticas da organização.

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Empresas que adotam a Norma GRI para relatos de sustentabilidade apresentam informações com maior qualidade do que aquelas que não adotam. O dado é resultado de um recente estudo da consultoria americana, Governance and Accountability Institute Inc. (G & A). A G & A é uma Data Partner da GRI Data Partner e junto com o time do CSR-Sustainability Monitor® conduziram esse estudo. Combinando "Big Data" duas organizações, os analistas examinaram a qualidade da informação e o grau de verificação em  572 relatórios de empresas de grande porte, publicados em 2014. A divulgação das informações foram classificadas em 11 categorias, incluindo: Mensagem Executiva / Executiva Meio Ambiente Filantropia e engajamento de impacto social Engajamento externo das partes interessadas Cadeia de suprimentos Relações de trabalho Governança Anti-Corrupção Direitos humanos Códigos de conduta Garantia de integridade A análise revelou que 84% das grandes empresas adotam a GRI e, que seguir a Norma GRI, representa uma grande diferença na qualidade das divulgações para a maioria das 11 categorias analisadas. De acordo com o estudo, os relatórios que não seguem a estrutura da GRI tenderam a ser mais narrativos e menos quantitativos. Para Tim Mohin, presidente da organização, a Norma GRI ajuda as empresas a divulgarem informações de sustentabilidade de maior qualidade. Por sua vez, os dados de maior confiabilidade levam a uma melhor tomada de decisão, tanto para a própria empresa, quanto para investidores e outras partes interessadas, o que pode  contribuir para gerar lucratividade e desenvolvimento sustentável. “Essa é a finalidade do relatório de sustentabilidade”, afirma Mohin. "Só a padronização do relatório de sustentabilidade já é um fator que ajuda as empresas e suas partes interessadas, inclusive investidores, a utilizarem melhor as informações divulgadas em sua tomada de decisões", afima Louis Coppola, vice-presidente e co-fundador da G&A.    Embora essas descobertas sejam encorajadoras, ainda há um longo caminho a percorrer para aumentar a qualidade dos relatórios. Espera-se que a GRI Standards, lançada em outubro de 2016, ajude a traçar uma caminho para  relatórios mais concisos, consistentes e comparáveis. A padronização visa trazer qualidade superior e mais confiável aos ados e, assim, também tornar as decisões mais eretivas.   "Queremos que as empresas e seus stakeholders tomem decisões que gerem lucros e garantam a preservação dos nossos preciosos recursos e dos direitos humanos", acrescenta Tim Mohin.  Para saber mais sobre a GRI Standards  

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O Instituto G & A (Governance & Accountability Institute, Inc.) analisou a evolução das atividades constantes nos relatórios de sustentabilidade das empresas indexadas pelo S&P 500® nos últimos seis anos. A pesquisa mostra que o relatório de sustentabilidade corporativa, incluindo a governança ambiental, social e corporativa (ESG), continuam sendo uma norma consistente e confiável para as maiores empresas no mercado de capitais dos EUA. A publicação de relatórios de sustentabilidade aumentou dramaticamente, subindo de 20%  para 72%, apenas três anos, entre 2011 e 2013, desde então o crescimento é constante.Para o Instituto G&A, esse volume consistente de publicação de relatórios corporativos revela dois aspectos: a importância dos relatos como ferramenta e o carátrer das comnhias considerarem questões ESG (Envirolment, Social, Governance) ao estabelecer estratégias corporativas, gerenciar recursos e se comunicar com as principais partes interessadas, como clientes, funcionários e acionistas. Sobre o Governance & Accountability Institute, Inc. clique para saber mais É uma cconsultoria privada reconhecida em  gestão de riscos e nas estratégias "ESG", assim como outros fatores de desempenho que afetam cada vez mais a reputação corporativa e a avaliação e percepções do mercado de capitais. As percepções corporativas da ESG podem influenciar negativaqmente o acesso ao capital, o custo do capital, mas quando positivas tambem moldam percepções favoráveis sobre a empresa.  

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