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O estudo oferece insights importantes sobre o valor das informações para os investidores, mas ao mesmo tempo chama atenção para que as informações precisam ser mais relevantes com reflexões e informações que ajudem os investidores a avaliar a saúde subjacente da empresa. O estudo traz 6 insights sobre o que pode ser feito para melhorar. Alguns não chegam a ser uma novidade, mas sempre é bom reforçar que: - a concisão dos relatórios; - focar em indicadores operacionais precisos e capazes de influir no sucesso; - os conteúdos são muitas vezes repetitivos e não refletem prioridades dos negócios. De aos investidores a informação que eles precisam; - mantenha o conteúdo relevante, com informações sobre as estratégias do negócio; - forneça análises mais profundas e estratégicas; - foque a análise de risco que é importante para o futuro. Veja o conteúdo na íntegra

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 "O relatório de sustentabilidade da CNI é um instrumento de diálogo da instituição com diversos públicos, entre os quais empresários, trabalhadores, representantes do governo, acadêmicos e jornalistas. O objetivo é manter essa interação permanente e estruturada.” Robson Braga de Andrade, presidente da CNI Desde 2014 a CNI migrou dos relatórios anuais para relatórios de Sustentabilidade, seguindo as diretrizes da GRI (Global Reporting Initiative). Umas das mudanças foi a construção da matriz de materialidade. Conhecer seus impactos materiais negativos e positivos, permite às organizações priorizar e geri-los de forma a mitigar impactos negativos e potencializar aqueles positivos.  A 3ª edição do Relatório de Sustentabilidade da CNI traz as estratégias e ações, detalhadas, sobretudo, as mudanças essenciais para resgatar a confiança, estimular os investimentos e promover a competitividade da indústria brasileira. Os números do relatório mostram que a crise reduziu receitas e exigiu ajustes internos. Os resultados da busca por mais eficiência nos processos de CNI, SESI, SENAI e IEL, assim como os efeitos das iniciativas voltadas à economia de recursos, começam a aparecer e serão mais visíveis em 2016. Para conhecer o conteúdo na íntegra acesse  

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Durante a 5ª Conferência Global Reporting Initiative (GRI), que ocorreu na Holanda, de 18 a 20 de maio, o tema transparência e sustentabilidade nas corporações e governos foi debatido por delegados da entidade de 70 países. “Somos parte de um movimento pioneiro que transformou a maneira como as organizações em todo o mundo se identificam, comunicam e agem sobre os seus impactos de sustentabilidade. Muito foi alcançado ao longo dos últimos 20 anos, mas à medida que entramos numa nova era de sustentabilidade, é preciso atacar os grandes desafios e a urgência necessária para criar uma economia mais sustentável e o mundo de uma forma fundamentalmente diferente”, destacou Peter Blom, CEO e presidente do Conselho de Administração do Triodos Bank Group. Os três dias da Conferência contaram com 200 palestrantes e 36 eventos paralelos, entre painéis, master classes e plenárias. Cerca de 2 mil pessoas acompanharam os debates, 500 a mais em relação à edição anterior. “Um aumento que que expressa a crescente preocupação com a sustentabilidade ao redor do planeta”, avalia Estela Kurth, da Agência de Comunicação e Marketing EK, líder da GRI no Rio Grande do Sul, e uma das participantes do evento, em Amsterdã. As plenárias foram mediadas por Eric Roston, editor de Sustentabilidade da Bloomberg, e tiveram importantes nomes como John Elkington, da área de Inovação e Tecnologia da GRI, criador do termo Triple Bottom Line: planet, profit, people; e Eric Hespenheide, presidente do Conselho de Padrões de Sustentabilidade Global da GRI, entre outros. O Brasil que já figurou como um dos principais patrocinadores, nessa edição em tempos de crise, contou com uma delegação de apenas 25 pessoas, mas esteve no centro de várias discussões. No painel dedicado ao país foram apresentadas diferentes experiências, tendo a transparência como pano de fundo. As palestrantes foram Lenora Suki, da Bloomberg; Sônia Favaretto, da BM&FBovespa; Heloisa Bedicks, do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC); Heloisa Covolan, da Itaipu; e Adriana Lelés da Sanasa. A Lojas Renner, com sede no Rio Grande do Sul, foi mencionada por ser um dos apoiadores do programa Empoderando Refugiadas. No ano passado, a iniciativa preparou 17 mulheres para o mercado de trabalho no Brasil. Liderado pelo Pacto Global, conta com o apoio do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), da ONU Mulheres, do Programa de Apoio para a Recolocação dos Refugiados (PARR), da agência de recursos humanos Fox Time. De acordo com Estela Kurth, que interga o Programa de líderes locais da GRI no Rio Grande do Sul, o encontro tratou ainda das contribuições da GRI na mudança de paradigma da sustentabilidade no mundo. “Estamos em um momento-chave na evolução da sustentabilidade, a transparência é inevitável e está se tornando o novo paradigma para a realização de negócios”, destacou. A tragédia do Rana Plaza, em Bangladesh, em 2013, e o mais recente escândalo do Panamá Papers, mostram a necessidade crítica para que seja possível continuar avançando a agenda da sustentabilidade. "Ferramentas e métodos precisam evoluir", insistiu Michael Meehan, presidente da GRI. A rede global da GRI, formada por multistakeholders, tem sido essencial desde o início: "Se voltarmos à década de 1990 perceberemos que houve uma grande mudança entre o que estava acontecendo no mundo e os CEOs das empresas", explicou Bob Massie, cofundador da GRI, e diretor-executivo do Laboratório de Soluções Sustentáveis da Universidade de Massachusetts, em Boston. "Embora, houvessem crescentes problemas globais naquela época, não eram considerados pelo mercado em suas decisões de negócio, nem tampouco as partes interessadas eram incluídas no processo de decisão. Os padrões da GRI incluíram nessas decisões um grupo muito mais amplo de partes interessadas”, argumentou Massie. Outros temas em alta foram a nova era colaborativa e o Big Data, mas o maior destaque ficou para a amplitude e importância de cada empresa em entender seu propósito e papel na geração de valor social. Palestrantes se alternavam em enfatizar que os objetivos de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas marcam o início de uma nova era de desenvolvimento, na qual a contribuição ativa do setor empresarial é considerada o principal driver para a conquista de metas ambiciosas.  As conferências são palco do lançamento dos projetos com visão de futuro da GRI. Em 2014, foi lançada a versão G4 para os relatórios de sustentabilidade e, na edição 2016, a organização aproveitou para destacar a consulta pública sobre o GRI Standards. "As orientações G4 GRI estão evoluindo para um novo conjunto de módulos interligados, que irá permitir às organizações a confiança de que estão alinhadas com as melhores práticas globais”, explicou Eric Hespenheide, presidente do Conselho de Padrões de Sustentabilidade Global da GRI.   O futuro dos relatórios de sustentabilidade  

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O Rio Grande do Sul participará da quinta conferência da Global Reporting Initiative (GRI), que acontece em Amsterdã, de 18 a 20 de maio, e tem como tema o “Empoderando as decisões sustentáveis”, representado pela diretora da ek, Estela Kurth. A ek faz parte da Global Reporting Initiative (GRI) desde 2011 e, no ano passado, recebeu o convite da instituição para se tornar líder no Rio Grande do Sul e algumas regiões de Santa Catarina. Entre as 250 maiores companhias globais, 93% produzem relatórios de sustentabilidade e, dessas, 82% seguem a GRI. No País, segundo o Ponto Focal Brasil, 330 empresas (de todos os portes) realizaram publicações com a metodologia certificada pela GRI, mas o número de empresas que reportam baseadas na GRI é muito maior, porque a metodologia é aberta e gratuita. Além de oferecer um padrão global de indicadores, a GRI atua em conjunto com outras instituições com poder de influenciar a legislação que regulam as práticas empresariais, entre elas: Pacto Global, Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU, índice Down Jones e IIRC (Conselho Internacional para Relato Integrado). “A gestão da sustentabilidade é algo estratégico com consequências diretas ao negócio.  Veja o caso das empreiteiras brasileiras envolvidas com corrupção. Estão sendo obrigadas a vender ativos e pagar multas bilionárias”, destaca Estela Kurth. A GRI é uma Organização Não Governamental global, pioneira em inserir a sustentabilidade nos negócios. Com sede na Holanda e presente em mais de 60 países, a GRI criou uma estrutura mundialmente aceita para medir o desempenho sustentável de corporações privadas, órgãos públicos, ONGs e outras organizações. O encontro reunirá em torno de 1,5 mil pessoas, entre líderes de governo e representantes de empresas, da academia e da sociedade civil. “Globalmente, o mercado considera que empresas sustentáveis são mais eficientes e elas vão exigir, cada vez mais, que seus fornecedores também estejam alinhados. A GRI tem indicadores que permitem confirmar esse alinhamento. Trata-se da maior referência mundial em sustentabilidade”, explica Kurth. Como representante da GRI, o foco das atividades da ek é a cadeia de valores, ou seja, apoia seus clientes na liderança e governança da sustentabilidade empresarial. As suas atividades envolvem o planejamento em gestão de reconhecimento das boas práticas e reputação das corporações.Com relação às Diretrizes GRI nos processos de relatos, que incluem a Materialidade, são contempladas a percepção de riscos e oportunidades nos negócios e a gestão de indicadores.A ek realiza ainda e produção de conteúdos em diferentes plataformas de diálogos com as partes interessadas, desde publicações impressas até ambientes digitais.   Veja também  Relatórios e transparência 

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Existe consenso entre investidores e corporações sobre a crescente importância do Processo de Materialidade na definição dos temas mais relevantes para gestão da sustentabilidade. A constatação faz parte do estudo Definindo o que importa: as empresas e investidores concordam sobre qual é o material?   Lançada em conjunto pela GRI e RobecoSAM, no último dia 3, com financiamento da Fundação Alcoa, a publicação dá sequência a outros estudos setoriais (anterior maio de 2015) e analisa mais três, de Mineração, Metais e Energia Elétrica. O objetivo é saber se as informações divulgadas pelas empresas, em seus relatórios, são aquelas que os investidores procuram.   Alyson Slater, diretor de Conhecimento da GRI, salienta que realizar o Processo de Materialidade, baseado em multisteakeholders, serve a muito mais que produzir um relatório de sustentabilidade. Deve ser feito para identificar os temas mais relevantes para a estratégia do negócio e para a gestão de riscos e oportunidades, até mesmo, de design de produtos.    Christopher Greenwald afirma que a experiência da RobecoSAM com o índice Dow Jones Sustainability já demonstrava o que o estudo confirmou: “a crescente importância da materialidade para ambos, empresas e investidores”.   A Materialidade faz parte das Diretrizes da GRI G4 e apresenta o limiar no qual os impactos materiais da organização são considerados relevantes o bastante pelos stakeholders para serem, reportados e, mais do que isso, geridos.   Uma das conclusões do estudo, é que há um alinhamento entre os tópicos relatados e as informações que os investidores buscam nos três setores analisados, embora esse seja menor no setor elétrico.   Esse e outros temas serão discutidos na 5th GRI Conference que acontece entre os dias 18 e 20 de maio, em Amsterdan. A ek participa do evento como Organizational Stakehoklder da GRI, desde 2011, e Community Leader para o Rio Grande do Sul e trará mais informações.  

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