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No último dia 17 de julho, foram divulgadas 10 recomendações destinadas a estimular investimentos para ajudar a promover os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), durante o SDG Business Forum, em uma ação  conjunta entre Global Reporting Initiative (GRI), Princípios para o Investimento Responsável (PRI) ) e o Pacto Global das Nações Unidas. As recomendações se concentram em como os relatórios corporativos sobre os ODS podem atender melhor às necessidades de informação dos investidores para ajudar a mobilizar o financiamento sustentável necessário para alcançar as metas dos ODS. As três entidades representam as organizações mundiais líderes nas áreas de relatórios de sustentabilidade, responsabilidade corporativa e investimento responsável. O são os ODS Os 17 ODS, adotados por 193 Estados Membros nas Nações Unidas em 2015, fornecem uma estrutura compartilhada para enfrentar os desafios de sustentabilidade mais urgentes do mundo.  Atingir os ODS requer compromisso não apenas de governos e empresas, mas também de investidores. Estima-se que, até 2030, seja necessário um total de US $ 90 trilhões para alcançar os ODS. A mobilização desse capital exigirá que as empresas relatem suas ações para avançar nos Objetivos Globais de forma que ajude os investidores a tomar decisões a partir dos dados informados, direcionando recursos para investimentos com impactos positivos no mundo real. “Os ODSs globalmente acordados são uma articulação das questões ambientais, sociais e econômicas mais urgentes do mundo. Como tal, eles agem como uma lista definitiva dos fatores materiais que os investidores devem considerar como parte de seu dever fiduciário ”, diz Fiona Reynolds, CEO do PRI.  Oportunidades alinhadas com os ODS Há também um forte argumento comercial para investir em oportunidades alinhadas com os ODS, e os benefícios de divulgações significativas de sustentabilidade estão bem estabelecidos. A publicação lançada no dia 17 de julho, "Em foco: Atendendo às necessidades dos investidores em relatórios de negócios sobre os ODS" fornece orientações para as empresas sobre como melhor garantir que suas divulgações relacionadas aos ODS sejam úteis para os investidores. Porque publicar relatórios Tim Mohin, diretor executivo da GRI, afirma: “Os investidores querem ver relatórios equilibrados que mostrem as metas e o progresso da empresa em relação aos ODS. As empresas devem considerar os fatores de risco e os impactos nas pessoas e na sociedade de maneira concentrada e se esforçarem para divulgar dados concisos, consistentes, atuais e comparáveis?”. Em 2017, a GRI e o Pacto Global da ONU estabeleceram uma iniciativa conjunta para ajudar as empresas a medir e gerenciar seus impactos nos ODS. Esta nova publicação sobre o ângulo do investidor no relatório de ODS é a mais recente conquista desse esforço. “Há uma necessidade de uma liderança ousada das empresas para realizar os ODS, uma agenda ambiciosa que visa transformar o nosso mundo até 2030. Esperamos que este relatório apoie as empresas em seus esforços para alcançar investidores e mobilizar o financiamento sustentável necessário para a conquista. dos ODS, abrindo o caminho para um mundo onde ninguém é deixado para trás ”, diz Lise Kingo, CEO e diretora executiva do Pacto Global da ONU. O novo relatório complementa uma publicação anterior intitulada Análise dos Objetivos e Metas (2017). Ainda este ano, será seguido por  um guia prático para integrar os ODS nos ciclos de relatórios das empresas. O relatório lançado hoje é financiado pela Agência Sueca de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento.  Como podemos ajudar sua empresa Responsabilidade Social Corporativa Mobilização e engajamento de stakeholders Diagnóstico socioambiental - gap analysis Políticas socioambientais Processo de Materialidade e Análise de Impactos Mapeamento indicadores GRI e ODS/ONU Relatórios: GRI – Integrado (IIRC) - consultores certificados  

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O 1º Prêmio ODS Brasil é uma oportunidade de sua organização mostrar como suas políticas e práticas estão alinhadas com a Agenda 2030 da ONU. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 29 de junho de 2018. Podem ser inscritas práticas desenvolvidas por instituições públicas ou privadas com CNJP ativo. Serão 10 finalistas em 4 modalidades. ODS é coisa séria, preste atenção se sua prática atende uma das 169 metas e faça diferença! Quer participar? Comece com um diagnóstico para saber o quanto sua empresa está alinhada. Fale com a gente.    

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Este ano o Top de Marketing da ADVB começa mais cedo. Liderança e reputação que trazem valor financeiro à marca. Veja a lista de clientes vencedores da ekmkt nessa premiação. Você pode ser o próximo! Em nove anos, foram 21 vencedores  e várias conquistas como Prata e Bronze 1. Nat.verde do Grupo Vibra conquistou a categoria Alimentação e o Bronze (2017) 2. Lebes Life Store foi o vencedor na categoria varejo, entre as mais concorridas (2017) 3. Santa Casa de Porto Alegre - prêmios Ouro (2015) e Prata (2014).        Um trabalho que nos honra por poder contribuir de forma voluntária,        realizando nossa visão de Responsabildiade Social Corporativa. 4. Sanremo -  Bronze e segmento Design (2014) 5. Sicredi – segmento Finanças (2015 e 2014) e Agribusiness (2014) 6. Lindóia Shopping - segmento Varejo (2014) 7. Cooperativa Piá – segmento Indústria (2009 e 2012) 8. FIERGS – segmentos Associações e Inovação (2014) 9. Midea Carrier - Tecnologia (2010) e Inovação em Produto (2014) 10. Procempa – Sustentabilidade (2013) 11. RGE – Energia (2013) 12. TaQi – Varejo 2013 13. Expresso do Oriente – Design 2010 14. Fertilitat  (2009) 15. Banrisul (2009)  Como podemos ajudar * Nosso trabalho começa em identificar um case potencial e a categoria com maior aderência * Desenvolvemos o case e a estratégia de participação * Ética - não recomendamos a participação de uma iniciativa que não tenha pelo menos 70% de               chances concretas, uma vez que a empresa e sua equipe realizam esforços ao participar. Conheça ainda * Nosso planejamento de gestão de longo prazo para otimizar seus    investimentos e tirar todo potencial de visibilidade de uma iniciativa * A negociação  Success Fee (remuneração da consultoria, conforme desempenho) * O servicepack que traz uma série de comodidades para o cliente * A estratégia em diferentes mercados da ADVB  Faça uma consulta!

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A Apple mostra que não é só a empresa mais valiosa do mundo, mas também a que entendeu o poder dos relatórios para se comunicar com seus muitos públicos. Foi nesse contexto que a empresa usou o Dia da Terra de 2018, para lançar seu Relatório de Responsabilidade Ambiental 2018, e anunciar que está introduzindo uma inovação para ajudar a empresa a automatizar seu caminho rumo à economia circular.  “Aplicamos a mesma inovação usada para fabricar nossos produtos no desenvolvimento de uma produção sustentável, baseada em economia circular”. Despois da consulta aos stakehokders, a Apple priorizou três áreas: mudanças climáticas; conservação de recursos naturais; e o uso de materiais mais seguros em produtos e processos.   Daisy é o mais recente robô da Apple para recuperar e reutilizar componentes do iPhone e ganha destaque já na capa do Relatório. "Daisy" é um robô baseado em uma versão anterior de tecnologia chamada Liam, que a Apple desenvolveu para desconstruir iPhones e remover componentes para reutilização para outros fins, que pode lidar com nove tipos de iPhones. "Criamos a Daisy para ter uma pegada menor e a capacidade de desmontar vários modelos de iPhones com maior variação em comparação a Liam", anuncia a empresa em seu relatório. A empresa usa o relatório para divulgar suas políticas e compromissos: "Mantemos uma definição rígida de circuito fechado: para atingir nossa meta, precisamos usar materiais reciclados ou renováveis de origem 100% responsável e garantir que a quantidade equivalente seja devolvida ao mercado. Reconhecendo que essa meta pode levar muitos anos para ser alcançada, continuamos comprometidos com o fornecimento responsável de materiais primários à medida que fazemos a transição". A Apple acredita que pode recuperar materiais que os recicladores tradicionais ainda não têm capacidade de fazer e, com uma qualidade superior.  No último relatório a Apple não divulgou muitos detalhes sobre as atuais taxas de reciclagem, mas a empresa reciclou mais de 30 mil toneladas de materiais em suas próprias operações, durante 2017.  A Apple reduziu o "consumo de alumínio primário" em todos os seus produtos em 23%, desde 2015, segundo o relatório. E tornou uma exigência o uso de 100% de estanho reciclado para a solda, usada em placas lógicas para vários modelos de iPhone. "Infelizmente, o estanho não é recuperado por todos os recicladores de eletrônicos", observou a empresa em seu relatório. "Então, estamos priorizando recicladores de operação responsável que recuperam o estanho, além do cobre e metais preciosos, das placas de lógica. Outro desafio é a coleta de iphones e ipads. O que o relatório deixa claro é que não é só o lançamento de mais um robô de reciclagem, mas uma indicação que a Apple está assumindo uma das maiores oportunidades para reduzir seu impacto ambiental com design de produto reparável e atualizável. Embora a empresa de Cupertino, na Califórnia, não tenha definido um cronograma para esse ambicioso projeto para avançar rumo a um modelo de fabricação circular em todos seus produtos, deixou claro uma prioridade. O foco é a recuperação dos modelos mais antigos e , para isso, já tem projetos ativos voltados à mineração de alumínio, cobalto, cobre, vidro, papel, plásticos, aço inoxidável, estanho, tungstênio e elementos de terras raras, incluindo neodímio, praseodímio e disprósio. De acordo com o Relatório de Responsabilidade Ambiental 2018 da Apple, Daisy pode recuperar 1.900 kg de alumínio (usado em compartimentos), 770 kg de cobalto (um material crucial para a fabricação de baterias), 710 kg de cobre (cruciais em placas de circuito) e 11 kg de elementos de terras raras ( que desempenham um papel no controle de ímãs, e também são usados nas câmeras e nos dispositivos ópticos). Isso é apenas uma lista parcial.  A empresa planeja instalar Daisy em vários locais, começando nos Estados Unidos (já existente em Austin, no Texas) e na Europa. Na  lista de produtos que o sistema pode manipular estão: iPhone 5; iPhone 5s; iPhone SE; iPhone 6; iPhone 6 Plus; iPhone 6s; iPhone 6s; iPhone 7; e iPhone 7 Plus. Mas o grande problema é que no momento, a Apple só pode trabalhar com dispositivos que são devolvidos diretamente a empresa. Para reverter isso, a Apple está investindo de forma considerável no programa de troca e reciclagem Apple GiveBack. Isso inclui oferecer crédito para uma compra futura.   Ficou interessado? Leia mais sobre Relatórios de Sustentabildiade  Relatório de Responsabilidade Ambiental 2018    

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escolhemos um review da Coluna Verge, para que você conheça e se inspire em iniciativas positivas e acesse esses conteúdos. Por Shana Rappaport, diretora de Programas Estratégicos do GreenBiz. De todas as parcerias promissoras prontas para resolver problemas ambientais, uma está há menos tempo no radra: é a parceria entre humanos e sistemas naturais. É por isso que estou satisfeita que o tema do 25º Dia Mundial da Água, e do Fórum Mundial da Água, que acontece esta semana em Brasília, seja “Natureza para a Água”, sobre soluções baseadas na natureza para os desafios da água no século XXI. Esses desafios são abundantes, ao contrário da própria água doce. Hoje, cerca de 3,6 bilhões de pessoas, quase metade do mundo, vivem em regiões com escassez de água, projetadas para aumentar para 5 bilhões até 2050. Quando se trata de riscos climáticos causados ??por inundações, degradação da terra e desertificação, as estatísticas são igualmente surpreendentes.  O tema “Nature for Water” aborda uma verdade essencial: a importância de equilibrar as tecnologias atuais com a natureza genial foi aperfeiçoada nos últimos 3,8 bilhões de anos. Saiba mais em  World Water Day Manchetes desta semana em todo o mundo demonstram a crescente onda da chamada infraestrutura verde - coisas como restaurar as zonas úmidas e reconectar os rios às planícies de inundação para reequilibrar o ciclo da água e mitigar os impactos de eventos climáticos extremos. Tomemos, por exemplo, o Relatório Mundial de Desenvolvimento da Água das Nações Unidas 2018, divulgado nessa semana, que apresenta estudos de caso sobre como a China planeja reciclar 70% de sua água da chuva através de um novo projeto da Cidade de Esponjas; como a Índia está regenerando solos e florestas, seguindo uma das piores secas de sua história, ao estabelecer estruturas de coleta de água; e como a Ucrânia está experimentando áreas úmidas artificiais para filtrar produtos químicos de esgoto e escoamento. Histórias semelhantes estão chegando dos Estados Unidos também. Um exemplo é o Programa Nacional de Certificação de Infraestrutura Verde, que, à medida que se instala em Washington D.C., aumenta a resiliência da cidade ao mesmo tempo em que educa e treina trabalhadores para construir, inspecionar e gerenciar projetos de infraestrutura verde. O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável Nº 6 compromete-se a garantir que todos tenham acesso a água potável até 2030. Alcançar isso exigirá novas parcerias, mas também uma nova mentalidade na qual os humanos não se vêem como combatendo a natureza, mas aliados a ela - aplicando nossos melhores pensamentos para ajudar os sistemas naturais a fazerem o que já fazem melhor.

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